Texto Expositivo

Os textos se apresentam de diversas formas diferentes, por isso são divididos em vários tipos textuais. Já vimos aqui o texto dissertativo, o texto narrativo e o texto descritivo. Hoje falaremos sobre o texto expositivo. É importante não confundir tipos textuais com gêneros textuais.

Quando expomos informações sobre um objeto ou fato, estamos fazendo um texto expositivo. Todas as características devem ser expostas nesse tipo de texto para que o leitor saiba imediatamente do que se trata. Quanto mais informação, melhor o texto ficará, ainda mais quando se tratar de algo novo.

Estes textos devem conter informações suficientes para abranger o máximo de leitores e, se necessário, pode conter argumentos do autor, com diversas possibilidades de análise do assunto, ainda mais quando o texto expositivo se tratar de um assunto polêmico.

Recursos do Texto Expositivo

texto expositivo

Aprenda a fazer um texto expositivo

Ao se fazer um texto expositivo, você tem alguns recursos, entre eles:

  • Instrução – Quando há a necessidade de ensinar a fazer alguma coisa;
  • Informação – Se o texto for apresentar informações sobre determinado objeto ou fato.
  • Descrição – Quando se fala sobre as características do fato ou objeto exposto.
  • Definição – É a forma de expor claramente aos leitores o tema principal do texto;
  • Enumeração – Quando há a necessidade de expor sequencialmente algumas informações referentes ao texto. É uma forma mais fácil do leitor identificar os pontos principais;
  • Comparação – Para se certificar que o leitor está entendendo o que o texto está expondo, o autor pode usar comparações;
  • Contraste – Serve para mostrar ao leitor que existe mais de um ângulo para se ver o tema, podendo observar posições contrárias.

Exemplo de Texto Expositivo

O telefone celular

A história do celular é recente, mas remonta ao
passado –– e às telas de cinema. A mãe do telefone
móvel é a austríaca Hedwig Kiesler (mais conhecida
pelo nome artístico Hedy Lamaar), uma
atriz de Hollywood que estrelou o clássico Sansão
e Dalila (1949).
Hedy tinha tudo para virar celebridade, mas pela
inteligência. Ela foi casada com um austríaco nazista
fabricante de armas. O que sobrou de uma relação
desgastante foi o interesse pela tecnologia.
Já nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra
Mundial, ela soube que alguns torpedos teleguiados
da Marinha haviam sido interceptados por
inimigos. Ela ficou intrigada com isso, e teve a ideia:
um sistema no qual duas pessoas podiam se comunicar
mudando o canal, para que a conversa
não fosse interrompida. Era a base dos celulares,
patenteada em 1940.

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